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Resultados de liderança

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A empresária e fundadora da Alimex, Gircilene Castro, ministrou uma palestra motivacional para mulheres empreendedoras na última sexta-feira, 04 de setembro. A conferência faz parte do Programa Women’s Global Leaders oferecido pela Fundação Dom Cabral e Smith College.

Gircilene contou um pouco da história da Alimex, os desafios que enfrentou para inserir no mercado, como conseguiu criar uma empresa de alto nível e quais são os desafios diários para liderar uma empresa sem perder o foco em qualidade e gestão.

O Programa é voltado11947689_428308587369479_5470310388029894501_n ao público femino e proporciona as participantes um ambiente de aprendizagem com o conhecimento da FDC no desenvolvimento de executivos, visando capacitar as executivas a executar estratégias de sucesso.

No ano passado, Gircilene, também apresentou seu case de sucesso para as executivas. Entre os temas abordados pela empresária, podemos destacar a maneira como a mineira administra sua empresa e consegue se destacar no ramo, proporcionando aos clientes comprometimento, agilidade, qualidade, responsabilidade e inovação.

“O mercado está cheio de novidades, é nosso dever, como gerentes, buscar alternativas e consolidar nossas competências, habilidades e conhecimentos para conseguirmos implantar em nosso ambiente de trabalho. A oportunidade que temos em um programa como esse é de expandir nosso11181317_428308577369480_4686416315663666476_ns conhecimentos, ampliar nossos horizontes e trocar experiências que podem ser aplicadas ao nosso dia-dia na empresa.” – destacou Gircilene.

As empresárias ressaltaram a importância de conversar com outras executivas sobre os desafios que as mesmas encontram para se posicionar no mercado acreditam que o formato do Women’s Global Leaders agrega muito mais conhecimento, pois se pode conversar com as líderes pessoalmente, sanar as dúvidas e compartilhar informação.

Empreendedora mineira recebe prêmio nos Estados Unidos*

Gircilene e a ex-secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton (Foto: Divulgação)

Gircilene e a ex-secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton (Foto: Divulgação)

A empreendedora mineira Gircilene de Castro, 40 anos, receberá na próxima segunda-feira, dia 6, o prêmio 2014 Goldman Sachs & Fortune Global Woman Leaders Award, uma iniciativa do Banco Goldamn Sachs e da Revista Fortune. A premiação, no valor de US$ 25 mil, é um reconhecimento do trabalho da empresária pela sua contribuição ao desenvolvimento econômico e social de muitos brasileiros. O valor será entregue pessoalmente, durante evento na cidade de Laguna Niguel, nos Estados Unidos.

Gircilene é a fundadora da Alimex, empresa do segmento de alimentação corporativa que faturou R$ 3 milhões em 2013. Ela também foi a primeira brasileira a participar o programa 10.000 Mulheres, oferecido pelo banco de investimentos Goldman Sachs em parceria com a Fundação Dom Cabral. O projeto capacitou 10 mil mulheres em todo o mundo no período de cinco anos.

Com os US$ 25 mil, a empreendedora vai abrir um centro de treinamento e capacitação. No local será oferecido um curso com 12 encontros, que vai qualificar mulheres para atuar no setor alimentício. As alunas que se destacarem nas aulas, que incluem técnicas de cozinha e preparo de pratos, poderão realizar um estágio na Alimex.

No início de setembro, Gircilene participou de um evento na Fundação Hilary Clinton, em Nova York (EUA). No evento, a empreendedora discursou sua história a autoridades de renome, como a ex-secretária de Estado dos Estados Unidos, Hilary Clinton, e ao presidente do Goldman Sachs, Lloyd Blankfein

A história de Gircilene

Há seis anos, a empresaria fundou seu negócio. Depois de uma infância difícil (aos sete anos, ela viu sua mãe se mudar de Dionísio para Belo Horizonte a fim de sustentar a família com emprego de camareira em um hotel), Gircilene trabalhou muito, fez cursos à noite e pesquisou o mercado até resolver empreender.

Sem dinheiro para divulgar a empresa no início do negócio, Gircilene saiu de bairro em bairro de Belo Horizonte para apresentar a Alimex. Dois meses depois, a empresaria conseguiu seu primeiro comprador. Hoje, a empresa tem entre seus clientes a construtora Andrade Gutierrez.

* Reportagem publicada no site da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, no dia 29/09/14.

Projeto capacita 10 mil mulheres empreendedoras no mundo*

Uma iniciativa global capacitou, nos últimos cinco anos, dez mil mulheres empreendedoras de 43 países, com cursos de negócios e gestão e com tutoria e networking para desenvolvimento de suas empresas. Trata-se do 10,000 Women programa criado pelo banco de investimento norte-americano Goldman Sachs, que contou com cerca de 90 parceiros acadêmicos. Entre eles, estão mais de 30 das principais escolas de negócios do mundo. No Brasil, a Fundação Dom Cabral (FDC) e a Fundação Getulio Vargas (FGV) capacitaram juntas 1.100 brasileiras. A FGV está com inscrições abertas para mais uma turma em 2014.

De acordo com Noa Meyer, diretora global do 10,000 Women, a ideia do programa surgiu de uma pesquisa feita pelo Goldman Sachs, pelo Banco Mundial e outros parceiros que mostrou que educar e capacitar mulheres é um bom caminho para melhorar saúde, educação e produtividade de gerações futuras.

— O investimento nelas causa um impacto significante no PIB porque gera um círculo virtuoso capaz de acelerar o desenvolvimento da comunidade onde elas vivem. A mulher investe sua renda e usa suas habilidades para ajudar a família e as pessoas ao seu redor. Nove de cada dez participantes do 10,000 Women compartilha com outras mulheres o conhecimento que adquiriram no projeto — revela Meyer.

Segundo Rosângela Pedrosa, coordenadora técnica do programa 10.000 Mulheres Empreendedoras pela FDC, o objetivo do projeto é identificar, em países emergentes, como Brasil, Egito e Índia, empresárias menos privilegiadas que, por alguma razão, não tiveram acesso a cursos de gestão e negócios.

É o caso de Gircilene de Castro, de Belo Horizonte. De família humilde do bairro Jardim Canadá, Gircilene foi a primeira brasileira a ingressar no projeto e já viajou para Washigton, Nova Iorque e Londres para contar sua experiência.

A empresária Gircilene de Castro, de Belo Horizonte, chegou a ver sua empresa falir por falta de conhecimento. No programa 10,000 Women identificou seus erros e promoveu mudanças que permitiram o crescimento de seu negócio

A empresária Gircilene de Castro, de Belo Horizonte, chegou a ver sua empresa falir por falta de conhecimento. No programa 10,000 Women identificou seus erros e promoveu mudanças que permitiram o crescimento de seu negócio

Dona da Alimex, empresa de alimentação coletiva que gere restaurantes corporativos, Gircilene chegou a falir no primeiro ano de funcionamento e acumulou dívidas que foram administradas, inicialmente, com a ajuda da família.

— Ser empresária era o meu sonho e eu sempre entendi que para ser bem-sucedida eu precisaria de determinação, coragem e conhecimento. Sem dúvida, sou uma mulher determinada e corajosa porque insisti no meu negócio de alimentação mesmo depois da falência, mas me faltava conhecimento para fazer com que ele engrenasse — conta a mineira.

Com aulas de gestão de negócios, estratégia, marketing e gestão de pessoas e a partir de consultoria recebida após o curso, Gircilene identificou os erros que cometia e transformou os processos desenvolvidos em sua empresa. Em 2007, ela tinha um cliente e dois funcionários. Atualmente, ela gere 45 funcionários no atendimento a 12 clientes.

— Eu não tinha conhecimento algum. Faltava controle, organização e planejamento. Depois do curso, ficou claro o que precisava mudar. E o importante é que ainda busco conhecimento, estudo meus concorrentes. Mesmo saindo do operacional, para focar na estratégia da empresa, mantenho-me próxima da linha de frente, converso com os clientes e, principalmente, com os funcionários que alimentamos. É daí que surgem novas ideias.

Em São Paulo, outra mulher conseguiu transformar sua empresa botando em prática aquilo que aprendeu em sala de aula. Em 2011, Carla de Melo fez o curso pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV.

Desde 2002, Carla produzia velas em casa e vendia para alguns clientes.

— Foram anos de trabalho amador, com pouco dinheiro, pouca orientação e muito sufoco. Quando não se tem planejamento, a gente limita nossa capacidade de crescimento. É como correr em círculo — avalia a dona da Loja das Velas.

Em 2011, ela ouviu no rádio que a FGV abriria inscrições para o curso que capacitaria mulheres empresárias como ela. Inscreveu-se e, depois de escolhida, alcançou mudanças ainda durante as aulas.

— No curso de operações, percebi que minha linha de produção era desorganizada. Meu professor aconselhou a mudança de posição de algumas bancadas. Um movimento simples fez o serviço fluir e a produção aumentar em cerca de 20% — lembra a empresária que, atualmente, vende 30 toneladas de vela por mês. De 2011 para cá, Carla saltou de dois para 11 funcionários, viu seu faturamento crescer anualmente 30% a 35%, e conquistou grandes redes de hotelaria como clientes. Recentemente, ela abriu uma loja física e ingressou no comércio virtual.

Segundo a diretora global do projeto, os negócios dessas mulheres são monitorados depois de seis, nove e 30 meses da formatura:

— Globalmente, as empresárias formadas pelo projeto dobraram seus quadros de funcionário e tiveram suas receitas aumentadas em quase cinco vezes. Estamos orgulhosos de compartilhar que, no Brasil, 79% das participantes entrevistadas relatam crescimento de faturamento e 56% delas contrataram novos funcionários, 18 meses depois da conclusão do curso.

Para Maria José Tonelli, uma das coordenadoras do programa na FGV, ao fazer os cursos, as mulheres entram tímidas e saem se sentindo mais poderosas.

— Há uma diferença incrível na autoestima e no posicionamento dessas empresárias. E o melhor é que elas replicam isso para outras mulheres gerando um impacto social positivo — comemora Tonelli. — Com esse resultado, fomos convidados a dar continuidade ao projeto e abrimos inscrições para uma nova turma no segundo semestre deste ano.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.10000mulheres.com.br até o dia 20 de maio. A FGV está fazendo uma reformulação do curso para oferecer mais cadeiras on-line e possibilitar o acesso de empresárias de outras cidades, já que as aulas presenciais ocorrem em São Paulo.

Depois da experiência do programa, a FDC estuda a realização de um projeto próprio nos mesmos moldes.

— Não se pode deixar na gaveta uma solução educacional como essa, com números incríveis. Estamos buscando parceiros para continuar promovendo esse tipo de capacitação — conta Rosângela Pedrosa, da FDC.

* Reportagem publicada no site do jornal O Globo, no dia 08/04/2014.

Fundação seleciona mulheres para curso*

O banco Goldman Sachs lançou o programa “10.000 Women – Mulheres Empreendedoras”, com o objetivo de selecionar, em 16 países, 10 mil empreendedoras que não tenham condições financeiras de investir em cursos de educação financeira.

No Brasil, serão selecionadas mil candidatas. A Fundação Dom Cabral (FDC), com sede em Minas Gerais, é uma das instituições nas quais será ministrado o curso gratuito.

Serão cem vagas por ano, até 2013. As empresárias mineiras interessadas na oportunidade têm até 10 de setembro, quinta-feira da semana que vem, para concorrer a 99 vagas.

“Será um curso que abordará todo o conhecimento geral para a gestão de negócios”, explicou a coordenadora do projeto, a psicóloga Rosângela Pedrosa.

Ela salienta que, como a primeira edição do curso será ministrada em Belo Horizonte, as candidatas de Minas Gerais têm a seu favor o quesito distância, pois terão menos custo com deslocamento. “Isso não impede que empresárias de outros Estados possam participar”, ressalta Rosângela.

Representante
A FDC abriu vagas para cem candidatas, sendo que uma já foi preenchida pela empresária Gircilene Gilca de Castro, de 38 anos, moradora de Nova Lima na região metropolitana da capital.

Ela foi selecionada entre 15 candidatas para representar a empreendedora brasileira no lançamento do programa, em Londres, Inglaterra, em setembro de 2008.

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Crescimento
“O conhecimento é a base de tudo. A empresária que não tiver uma boa bagagem não consegue fazer seu negócio crescer. É esse embasamento que procuro”, disse Gircilene.

Casada e mãe de uma filha, ela presta serviço na área de alimentação há três anos e hoje fornece de 600 a 650 refeições, por dia.

Serviço
Prazo: até 10 de setembro

Site: www.fdc.org.br/10000women

Critérios: para se inscrever, a empresária deve ter acima de 21 anos e, no mínimo, ensino médio completo; atuar há mais de dois anos no mercado formal ou informal; ser a líder do empreendimento; e comprovar falta de recursos para investir em gestão de negócios

Curso: Será dividido em módulos que totalizam 160 horas/aula. O programa é gratuito e inclui despesas com hospedagem e alimentação daquelas que forem selecionadas.

 *Reportagem publicada no jornal Super, no dia 01/09/2009.

FDC terá curso gratuito para empreendedoras*

O banco Goldman Sachs lançou o programa “10.000 Women – Mulheres Empreendedoras”, cujo objetivo é selecionar, em 16 países, 10 mil empreendedoras que não tenham condições financeiras de investir em cursos de educação financeira.

No Brasil, serão selecionadas mil candidatas. A Fundação Dom Cabral (FDC), com sede em Minas Gerais, é uma das instituições que irão ministrar o curso gratuito, com cem vagas por ano, até 2013. As empresárias mineiras interessadas na oportunidade têm até o dia 10 de setembro, quinta-feira semana que vem, para concorrer a 99 vagas. “Será um curso que abordará todo o conhecimento geral para a gestão de negócios”, explicou a coordenadora do curso, a psicóloga Rosângela Pedrosa.

Ela salienta que, como a primeira edição do curso será ministrada em Belo Horizonte, as candidatas mineiras têm a seu favor o quesito distância, pois terão menos custos com deslocamento. “Isso não impede que empresárias de outros Estados possam participar”, ressalta Rosângela.

Representante. A FDC abriu vagas para cem candidatas, sendo que uma já foi preenchida pela empresária Gircilene Gilca de Castro, 38, de Nova Lima. Ela foi selecionada entre 15 candidatas para representar a empreendedora brasileira no lançamento do programa, em Londres, Inglaterra, em setembro do ano passado.

Empresária Gircilene Castro foi a primeira brasileira selecionada para participar do programa

Empresária Gircilene Castro foi a primeira brasileira selecionada para participar do Programa

“O conhecimento é a base de tudo. A empresária que não tiver uma boa bagagem não consegue fazer seu negócio crescer. É esse embasamento que procuro”, disse Gircilene. Casada e mãe de uma filha, ela presta serviço na área de alimentação há três anos e hoje fornece de 600 a 650 refeições, por dia.

Serviço
Prazo: até 10 de setembro
Site: www.fdc.org.br/10000women
Critérios: para se inscrever, a empresária deve ter acima de 21 anos e, no mínimo, ensino médio completo; atuar há mais de dois anos no mercado formal ou informal; ser a líder do negócio e comprovar falta de recursos financeiros para investir em gestão de negócios
Curso: Dividido em módulos que totalizam 160 horas/aula, o programa é gratuito e inclui as despesas com hospedagem e alimentação

Flash
PIB. Uma maior participação das mulheres no mercado de trabalho poderia aumentar a taxa do PIB no país em 0,7% ao ano e o PIB per capita em 9,1% até 2030.

*Reportagem publicada no jornal O Tempo, no dia 31/082009.